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Blog dos alunos de jornalismo da PUC-SP

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Dança

Um encontro com a dança

Henrique Fabiano, mais conhecido como tio Hamtaro, é daqueles sujeitos difíceis de esquecer. Talvez seja por sua simpatia, sempre irreverente e viva.  Talvez seja pelo carisma, espontâneo, natural. Talvez seja pela alegria contagiante. Mas, eu arriscaria um palpite – O Hamtaro se encontrou com a dança. E faz com que qualquer pessoa que se aproxime dele se apaixone por essa arte. O meu encontro com ele, foi também, um encontro com a dança. Quem o conhece não esquece, jamais, que dançar “é a melhor coisa do mundo”.

Além de dançar, Henrique também tem um grupo de samba. Ele é vocalista.
Além de dançar, Henrique também tem um grupo de samba. Ele é vocalista.

Ele costumava repetir essa frase no final de suas aulas, em um hotel fazenda do interior de São Paulo. Depois de ensinar aos alunos passos básicos de samba rock, forró e samba de gafieira, ele convidava a todos pra fazer uma grande roda e agradecer por toda aquela energia que envolvia cada passo, cada obstáculo superado, cada reboladinha, cada sorriso, cada troca de olhares. “Quem dança, nunca dança”, esse era também um de seus lemas.

Henrique tem 24 anos e começou sua experiência com a dança em 2009. Ele é formado em Educação Física, pela UNESP de Rio Claro e foi na faculdade, nas aulas de atividades rítmicas e expressivas, danças circulares e populares e em atividades práticas com a comunidade que descobriu seu amor pela dança.

Ainda enquanto estudante, ele fazia “bicos” em Hotéis como monitor e não tinha quem não notasse seu talento. A programação sempre se enriquecia com as aulas que eram capazes de envolver velhinhos e crianças num mesmo ambiente, fazendo exatamente a mesma coisa.

Depois que se formou, alçou voos mais altos. Continuou treinando e se apresentando  com o Grupo Contratempo, mas decidiu mudar de vida e ir atrás de seu sonho. Se aventurou pelos sete mares, em um cruzeiro internacional. Ficou um ano longe da terra firme, dançando e encantando os passageiros.

Tio Hamtaro dando aula de dança no cruzeiro internacional.
Tio Hamtaro dando aula de dança no cruzeiro internacional.

 

Sua especialidade é a dança de salão (aquela que está em alta, principalmente, depois de quadros televisivos, como a “Dança dos Famosos”). Hoje, ele trabalha em uma escola de dança, na sua cidade natal, Campinas.  Henrique também é candidato de um quadro do Programa do Silvio Santos, no SBT, Casa da Dança.

Confira um pouquinho do talento desse profissional no vídeo abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=g0OHGbwdHyM

Quando nos encontramos, recentemente, por esses caminhos virtuais, perguntei a ele se “dá pra viver de dança”, e ele, disparou essas respostas:  “Eu considero que na minha posição, hoje, eu consigo sobreviver de dança, porém desfrutar da vida ainda não, criar uma família e ter filhos também não.”

Mas então, se o reconhecimento financeiro parece mais difícil do que em outras áreas. Por que viver de dança? “ Você jamais precisará trabalhar desde que faça aquilo que ama. Eu me realizo dando aula, fazendo as pessoas sorrirem, abraçarem, se movimentarem e no final, se der, dançarem.

Além de você não precisar de estoque de nenhum objeto, nem produto, nem nada perecível, você trabalha somente com o prazer das pessoas e o produto  é seu conhecimento e sua habilidade.”

 

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato, Marianne Bufalo

20 filmes que vão te fazer dançar na poltrona

A dança é tão inspiradora e cativante que virou até roteiro de Hollywood. Se você adora dançar ou está procurando aquele empurrãozinho que falta para remexer o esqueleto, aqui vão 20 dicas de filmes que não vão te deixar ficar parado. Não é de hoje que a dança é enredo de cinema. Em 1936 “Footlose” mistura a rebeldia de um jovem adolescente com ritmo e muito rock, e mostra que a dança também pode mudar o mundo.

Se você adora musicais e comédias românticas não pode deixar de ver o clássico “Singing in the Rain”, lançado em 1952, a cena em que Gene Kelly dança na chuva e canta o jingle que dá nome ao filme virou um ícone do cinema.

"Singing in the Rain" (1952)
“Singing in the Rain” (1952)

E o que pode ser melhor para embalar o amor do que passos de dança?  Quando se fala em romances ritmados nas telonas como não lembrar de “Dirty Dance” (1987), o clássico que consagrou Patrick Swayze. Você vai se apaixonar também assistindo “Summer Love” (1978), estrelado por John Travolta e “Dança comigo” (2004), protagonizado pelo galã cinquentão Richard Gere e a musa dos palcos Jennifer Lopez.

"Dirty Dance" (1987)
“Dirty Dance” (1987)

Ainda no ritmo discoteca dos anos 80, você já viu “Flash Dance” (1983)? E “Febre de Sábado a Noite” (1977)? Ainda não assistiu “Fama” (1980)?? Então corre pras locadoras, porque “Fama” fez tanto sucesso quando foi lançado que rendeu até um remake recentemente, aproveita e já aluga os dois!

"Flash Dance" (1983)
“Flash Dance” (1983)

Agora se você curte um ritmo mais quente, não pode deixar de ver “Ritmo e Sedução” (2006) a história real de Pierre Dulaine, um professor de dança de salão que leva o tango para às periferias de Manhattan. E que tal a sensualidade das danças de cabaré? Assista: “Mouling Rouge” (2001), “Chicago” (2002), “Nine” (2009) e “Burlesque” (2010), que traz às telonas a sensualíssima Christina Aguilera no papel principal.

"Moulin Rouge" (2001)
“Moulin Rouge” (2001)

E quem disse que homem não pode dançar? “Billy Elliot” (2000) mostra que para subir nos palcos não importa gênero, raça, cor ou sexo, só basta querer. A história real de um menino que enfrenta a família e os preconceitos de toda uma sociedade em nome do amor pela dança, virou sucesso de bilheteria. Não tão comovente mais ainda sim vanguardista, em 2012 vem “Magic Mike”, que mostra a vida de um stripper.

Se você ainda não está louco para sair dançando pelas ruas vai ficar depois de ver “Ao Ritmo do Hip Hop” (2001), “Honey”(2003), “Hip Hop Sem Parar” (2004) e “Ela dança, eu danço” (2006), roteiros mais teens que mostram os movimentos da dança de rua.

Pra fechar nossa lista, um record de bilheteria que rendeu o Oscar de melhor atriz à Natalie Portman: “Cisne Negro”, lançado em 2010 foi um dos filmes mais comentados dos últimos tempos, o suspense traz a tona todo o drama psicológico que vive uma bailaria em um meio onde não é aceito nada aquém da perfeição.

"Cisne Negro" (2010)
“Cisne Negro” (2010)

Gostou da nossa lista? Então corre pra alugar os filmes e se prepare pra rir, se emocionar, e é claro, dançar muito!

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Dançar traz saúde!

Quem dança seus males espanta
Quem dança seus males espanta

O câncer de mama atinge 50 mil mulheres a cada ano no Brasil. Inspirada por esse número alarmante, Thatiane Menendez, professora de dança do ventre formada em fisioterapia resolveu usar a dança para ajudar a recuperar a auto-estima de quem teve ou tem um tumor na mama.

Semanalmente ela recebe as alunas em seu estúdio para ensinar muito mais do que passos ao som de música árabe. Ao lado de uma equipe de especialistas e com o apoio do Instituto Paulista de Cancerologia, o objetivo de Thatiane é mostrar que feminilidade e sensualidade vêm de dentro, de um lugar onde o câncer não pode alcançar.

Maria tinha 26 anos quando descobriu a doença, e pediu para o marido tirar todos os espelhos da casa porque se sentia mutilada, só encontrou uma Maria “inteira” num estúdio de dança. Eliana mal conseguia erguer o braço antes de começar a frequentar as aulas, e Sandra descobriu que tinha um corpo, um quadril, um braço, que não era só uma mama.

A maioria dessas bailarinas  nunca pensou em pisar num palco, e hoje enfrentam juntas um enorme desafio: reconstruir a própria imagem. Por isso, a apresentação vai muito além do espetáculo. A beleza dos movimentos é reflexo de um longo caminho que elas tiveram que percorrer.

Já está na hora de tirar da cabeça essa ideia de que dança do ventre é só para quem é magra, jovem e tem cabelos longos. É para todo o tipo de mulher, só basta ser uma para fazer.  Além de despertar o corpo e a força da mulher a dança aguça a feminilidade, traz segurança, prazer e faz a mulher redescobrir a própria beleza. Conclusão? Dançar traz saúde!

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Grupo de dança do ventre para mulheres com câncer de mama
Grupo de dança do ventre para mulheres com câncer de mama
Pra quem se interessar:
Thatiane Menendez
thatianebm@yahoo.com.br
(11)96422-5000

 

Dance com os olhos!

A dança é capaz de aguçar todos os nossos sentidos. A consciência corporal que envolve cada músculo contraído, cada movimento brusco e leve…toda e qualquer viradinha de cabeça e saltos de tirar o fôlego contribui pra que a dança seja uma arte tão transcendental.

E pensando em tornar a arte do corpo, tato e movimento em algo bonito de se ver também, selecionamos um conjunto de fotos incríveis da página da COMRUA (Companhia de Dança de Niterói), que faz um trabalho super bacana pra quem, de fato, aprendeu que dançar é transdisciplinar e poder transformar vidas!

A Companhia foi criada em 1988, como um grupo sem fins lucrativos, tendo como maior objetivo levar a cultura de Niterói, especialmente, da “dança urbana carioca”, para o mundo.  Em Outubro de 2000, com a conquista do primeiro lugar no Festival Nacional Arte de Dançar Spinelli, seguida de uma série de títulos nacionais, a COMRUA passou por uma reformulação em sua estrutura que aguçou sua visão comercial e concentrou o trabalho dos professores em criar coreografias cada vez mais criativas.

A COMRUA tem como característica gritante o investimento em expansão de suas pesquisas e o esforço de incorporar a seus sistemas métodos modernos, nas áreas de Jazz, Hip Hop Dance, Street Dances, Break Dances, entre tantas outras misturas do mundo da dança.

Agora é hora de dançar com os olhos! Divirtam-se e boa olhada!

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Para encontrar mais detalhes da foto, clique aqui. 

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Quer saber quem é a bailarina que encantou no estacionamento ? Clique aqui. 

ImagemMala pronta, melhor amigo do lado e hora de dança na estrada! Onde essa foto doi tirada? clique aqui. 

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Encontro da dança com a natureza! Conheça a dançarina clicando aqui. 

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Quando o mundo da infância é incorporado à beleza da arte.  Clique aqui. 

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Dança urbana com ousadia e criatividade , clique aqui. 

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É tempo de férias, de amor e de dança, clique aqui.

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Apoio à dança!

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No dia 18 de Outubro de 2005, foi instituído o Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, de acordo com a lei n° 14.071.

Pra quem não sabe, já foram mais de 190 projetos contemplados pelo programa de mais de 50 Núcleos Artísticos. Além disso, diversos workshops, palestras, cursos, oficinas, etc já foram feitos para aquecer o meio cultural.

Existem inúmeros projetos para difundir as diversas modalidades de dança pela cidade. É fato que não são todos os projetos que o programa consegue apoiar, mas os poucos e bons já conseguem nos fazer mergulhar nesta modalidade de expressão corporal.

A lei tem como objetivos:

  1. Apoiar a manutenção e desenvolvimento de projetos de trabalho continuado em dança contemporânea;
  2. Fortalecer e difundir a produção artística de dança independente;
  3. Garantir melhor acesso da população à dança contemporânea;
  4. Promover ações que tenham o compromisso de promover a diversidade dos bens culturais.

Clique aqui para saber a agenda

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

“Dança é alegria, traduz o que não conseguimos transmitir com a fala”

A Praça Victor Civita, em São Paulo, é um bom exemplo de espaço destinado a produção e a vivência cultural. Mas você sabia que a praça também conta com uma programação voltada para a preparação do envelhecimento? E mais- que a dança é parte integrante desta programação que não deixa ninguém parado?

Toda quinta-feira, a partir das 14h30, a professora de dança Luciana Neves dedica-se a seus alunos, ensinando muito mais do que somente a técnica dos ritmos, mas mostrando quanto se pode fazer com o corpo e quão necessário é o papel da dança na tradução dos nossos sentimentos: “O importante aqui não é a técnica propriamente dita. Quero mostrar a essas pessoas que elas ainda podem fazer muito com seus corpos. E a dança é alegria, traduz muita coisa que não conseguimos transmitir só com a fala. O público alvo é a terceira idade, mas hoje se fala em quarta, quinta idade. Então é importante proporcionar um bem-estar a esses novos idosos. E eu enxergo a dança como algo que contribui para a qualidade de vida”,afirma a professora, em entrevista a alunos da PUC.

Orgulhosa de suas alunas, Luciana dá liberdade para elas criarem o que quiserem.
Orgulhosa de suas alunas, Luciana dá liberdade para elas criarem o que quiserem.

No dia em que visitamos as senhorinhas simpáticas, ouvimos depoimentos inspiradores que não deixaram dúvidas que o ingrediente fundamental da dança é vontade. O espaço contava com a adesão maciça de mulheres em todas as atividades propostas. Quando questionada sobre isso, a professora de dança explicou que para o homem idoso é bem mais difícil lidar com as mudanças que surgem após a aposentadoria. Enquanto o homem, por acanhamento. E, muitas vezes, frustração de não estar mais exercendo um papel “ativo” na sociedade, prefere se fechar em casa, a mulher busca alternativas para passar esse tempo. Ela conta que em suas aulas é muito raro um homem aparecer e quando aparece é “disputado a tapas”.

O programa das aulas funciona de forma gradual, mas de um jeito diferente das academias convencionais que priorizam a técnica. Os alunos aprendem ritmos diversos, como forró, salsa e bolero, ensaiam coreografias e, eventualmente, se apresentam para alguma casa de repouso ou outro mini-festival.

As alunas que ensaiavam coreografias e não tiravam o sorriso do rosto, fizeram questão de elogiar as aulas e mostrar o quanto a dança mudou suas vidas: “ Entrei para o grupo há uns dois meses e minha vida mudou totalmente. Aqui não me sinto pressionada e nem comparada com ninguém. É um tempo que podemos conhecer novas pessoas, aprender coisas novas e a dança faz com que tudo isso se torne muito divertido.” acrescenta Albertina Silva.

Albertina aproveita os minutos de descanso pra ver as colegas ensaiarem
Albertina aproveita os minutos de descanso pra ver as colegas ensaiarem

Existe um site da praça, onde é possível encontrar telefones para contato e maiores informações, porém Luciana critica: “O site não é muito organizado, até mesmo o horário da aula está errado. Começa às 14h30 minutos e no site consta que começa às 14h. O site aqui.

No final da entrevista, Luciana reforça: “A dança é tudo na minha vida. Simboliza alegria. É essa palavra que me vem à cabeça quando eu penso que podemos expressar coisas magníficas com o nosso corpo e que pode nos trazer tantas mudanças positivas”E a percepção das alunas coincidiu de forma unânime ao pensamento da professora: “Dança é alegria, mudança, bem-estar!” falaram em coro.

Elas sorriem, se abraçam, se movimentam...se transformam.
Elas sorriem, se abraçam, se movimentam…se transformam.

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Espetáculo dançante e inovador

A Caleidos Cia. de Dança vai apresentar o espetáculo “Coreológicas Ludus” em oito CEUs diferentes na cidade de São Paulo. A primeira apresentação aconteceu no dia 14 de setembro no CEU Alvarenga. A próxima será dia 18 de setembro no CEU Três pontes às 10h.

A companhia, sediada no Caleidos Arte e Ensino, existe desde 1996 e se destacou pelas suas propostas inovadoras no campo da dança.

O diferencial desse espetáculo é que cada apresentação é única. Foram usadas 24 proposições cênicas, e logo no início são sorteadas cenas das performances anteriores do espetáculo, fazendo com que o público interaja com os artistas e se surpreenda em todos os momentos.

Devido sua repercussão, a apresentação foi contemplada pelo 6° Edital do Programa de Fomento à Dança do Município de São Paulo. Além disso, já passou por Portugal, Canadá e Finlândia.

Confira a programação:

CEU Três Pontes – quarta, dia 18 de setembro, às 10h
CEU Uirapuru – sábado, dia 27 de setembro, às 10h
CEU Água Azul –sexta, dia 4 de outubro, às 10h
CEU Butantã – sexta, dia 18 de outubro, às 10h
CEU Paz – sábado, dia 19 de outubro, às 14h
CEU Sapopemba – sexta, dia 25 de outubro, às 10h
CEU Inácio Monteiro – sábado, dia 26 de outubro, às 14h

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Yo quiero bailar!

Quem não se contagia pela alegria de ritmos tipicamente “calientes”? Impossível não começar a balançar os ombros e mexer os quadris quando o barulho de um tambor começa a tocar e a música parece fazer o corpo todo “bailar”.

Pensando nisso, fomos conferir, pra você leitor, o que rola de melhor da “Noite Latina”, aqui, em São Paulo.
Nessa cidade das mais diversas influências, a dança latina ganha vida em bares e baladas super charmosos.. O mais interessante do que vimos é que, além da dança, esses cantinhos aconchegantes contam com um cardápio caprichado e bebidinhas pra lá de incrementadas.
Normalmente são espaços pequenos se comparados às casas noturnas que costumam “bombar” na noite paulistana, como as especializadas em sertanejo. Mas o tamanho é compensado por uma energia que transborda.
O Xcaret Bar Lounge, é um exemplo disso. A casa, localizada em Moema, começa a noite com um professor que sobe ao palco e dá uma aula de dança com passos de diversos ritmos, como a salsa,  merengue e o reggaeton, e que pode ser acompanhada pelo telão. Depois da aula, é a vez de todos se divertirem e colocarem em prática o que aprenderam e o que já sabem ao som da banda ao vivo. Além disso, a casa serve pratos típicos da cozinha mexicana como burritos, tacos e nachos. E no bar, contam com drinks tradicionais variados como o Mojito, uma bebida à base de Run, suco de limão, Scheweppes Citrus e hortelã, além das requisitadas doses de tequila, que o público não cansa de pedir.
Nestes últimos finais de semana, a casa não estava aberta, pois está passando por uma reforma. Então, antes de ir, é melhor ligar e conferir quando a casa voltará a funcionar.

Já fomos lá várias vezes e além de gastar pouco (mulher não paga mais de R$50,00, com direito a consumação completa) os fãs de dança e os não tão “familiziarizados” com ela, se sentem em casa devido ao clima totalmente descontraído.

 

Outras opções de curtir ao ritmo latino e caribenho são os bares Azucar e Rey Castro.
No Azucar, que fica no Itaim, há aulas gratuitas individuais, de terça a quinta, e em grupo, às quartas, sempre das 22h à 1h. E depois de treinar durante a semana, é hora de colocar em prática o que se aprendeu nas noites de sexta e sábado!
Já para quem gosta de boa música com uma decoração incrível, com móveis estilizados e luz de neon nos diferentes ambientes, o Rey Castro é uma boa pedida!  Localizado na Vila Olímpia e com preços especiais pra quem se torna um dos “camaradas” . Entre no site e entenda o que é essa “fidelidade dos camaradas”.

E depois de todas essas dicas, a única coisa que não vale é ficar parado!

Besitos!

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

Você sabe o que é Passinho?

No ultimo sábado, 31 de agosto, estivemos no CCJ-Centro Cultural de Juventude no bairro Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo. Fomos conferir de perto como é a dança que virou sensação nos bailes funks do Rio de Janeiro e São Paulo.

Quem respondeu a nossa pergunta foi o MC Leitão “O passinho surgiu de um movimento no RJ com alguns moleques que começaram a misturar Funk, Frevo, Break e vários estilos musicais. Dessa mistura, nasceu um estilo único: O Passinho do Funk.”.

A batalha do passinho fez parte de um ciclo de palestras sobre a importância do Funk. As discussões aconteceram em diversos pontos da cidade e trouxeram temas como criminalização do estilo e as formas de incentivo que pode receber. Cada concorrente teve 45 segundos para mostrar todo seu talento ao som da Equipe Dramatticallis que escolhiam a batida na hora.

O evento contou com performances do MC Garden, um dos principais nomes da vertente consciente; do grupo Os Desejados e do Bonde TNT, que mostraram que os homens também têm gingado e sabem requebrar até o chão.

“Pra inventar os passinhos a gente se inspira nos havaianos. Treinamos quase todos os dias, o que exige muito do nosso corpo, principalmente do quadril e da cintura.” Disse Beijinho, dançarino dos “Os Desejados”.

No final do evento, batemos um papo com Wanderson, que foi eleito o vencedor da Batalha do Passinho. Ele disse que tudo aconteceu por acaso: “Fiquei do evento hoje, cheguei e improvisei. Ainda não sei o que vou fazer com o prêmio de R$300,00, vim pela diversão”.

Amanda Prado, uma das responsáveis, falou que o CCJ pretende desenvolver  outros projetos que tratem de Cultura Periférica. Assim que alguma data for decidida, avisaremos vocês!!

Agora, curtam um pouquinho da batalha:

Por Julia Figueira, Maíra Rizzato e Marianne Bufalo.

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